SAIBA MAIS

Piolhos são insetos parasitas que vivem exclusivamente nos cabelos e couro cabeludo, medindo aproximadamente de 3 a 4mm de comprimento, e se alimentam do sangue trazendo enorme desconforto nas crianças, feridas no couro cabeludo, problemas de aprendizado na escola, anemia e inúmeras doenças parasitárias.

A infestação de piolhos recebe o nome técnico de pediculose. Uma pessoa infestada de piolhos é dita como portadora de pediculose, portanto, um paciente com pediculose, nada mais é do que uma pessoa com piolhos, que são parasitas que vivem no exterior de seu hospedeiro.

Um piolho fora do couro cabeludo pode sobreviver por 48horas, e possuem uma vida média de 40 dias, sendo capaz de produzir até dez ovos por dia. Ao longo da sua curta vida, o piolho é capaz de depositar nos cabelos mais de 200 ovos. Os ovos do piolho, recebem o nome de lêndea, e ficam aderidos à base dos cabelos por 8 dias, quando eclodem e dão origem a um novo piolho, e o ciclo se reinicia.

O foco das infestações se dá principalmente nas escolas em crianças com idade entre 4 e 12 anos através do contato interpessoal, o que explica a facilidade de transmissão nesta faixa etária. O piolho também é transmitido de uma pessoa para outra através de objetos compartilhados, como roupas, toalhas, bonés, fones de ouvido, pentes, escovas e acessórios de cabelo e roupas de cama. Sua transmissão pode se alastrar quando ocorre falta de tratamento ou tratamentos ineficientes. Os piolhos se proliferam, sobretudo em ambientes quentes e úmidos e ao contrário do que se pensa, não possuem relação direta com higiene.

Estudos demonstram que 25% das crianças em idade escolar possuem piolhos, constituindo um público de 13 milhões de crianças no Brasil (Fonte: G1), e depois da gripe, os piolhos são a segunda maior causa no afastamento de crianças da frequência escolar.

Um dos principais sintomas da infestação dos parasitas é a coceira intensa no couro cabeludo, e surge logo após a infestação. A coceira ocorre por reação à saliva do piolho, que é liberada enquanto este se alimenta de sangue e restos de pele do couro cabeludo. Se não providenciada a eliminação de piolhos e lêndeas as coceiras podem ocasionar pequenas, médias ou grandes lesões no couro cabeludo o que leva a criança à uma das complicações da pediculose, a infecção bacteriana chamada de pioderma. Esta infecção é causada quando a bactéria estafilococos, que vive na nossa pele, contamina a ferida aberta pelo ato de coçar a cabeça freneticamente.

Lamentavelmente no Brasil ainda existem remédios à base de inseticidas neuro-tóxicos e outros ingredientes nocivos para o combate aos piolhos, enquanto que nos Estados Unidos e Europa o uso desta categoria de medicamento já foi banido devido aos efeitos colaterais maléficos que causam sobre a saúde das crianças.

Outro problema importante, é que o uso frequente destes medicamentos tóxicos, acabam por fortalecer os piolhos, tornando-se necessário o uso de concentrações cada vez maior para surtirem resultado.

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